Já ouviu falar na Amazon Go? Conheça esse case que está ajudando a redefinir o conceito de PDV no varejo!

A Amazon é uma gigante do varejo, mas isso não é o bastante. Desde sua origem humilde no ramo de venda de livros, acompanhamos uma empresa movida por inovação. De um passado onde o estouro da bolha das “empresas ponto com” faliu negócios, a Amazon sobreviveu.

Hoje, trata-se de uma megacorporação que ainda busca correr riscos. Riscos como investir em PDV com a Amazon Go.

Para entender a Amazon Go, é preciso compreender o fenômeno da megacorporação Amazon. Neste artigo, confira como essa ideia fez com que o ponto de venda (e o comércio físico) da marca estejam alcançando sucesso.

Amazon e a guerra para além do PDV

Primeiramente, é preciso entender que a Amazon surgiu como solução de um problema de distribuição. Em 1994, o então engenheiro e fundador Jeff Bezos, com sua esposa, viu que havia um interesse latente do mercado por livros. No entanto, faltava uma maneira facilitada de comprá-los e vendê-los.

É importante lembrar de que estamos falando de uma década varejista marcada pelos catálogos. Catálogos físicos enviados pelo correio. Como em todo PDV, há um limite físico e logístico do que se pode experimentar e comprar. De sua garagem, a Amazon mostrava que esse acesso pode ser ilimitado.

Já em 1997, a empresa conseguiria 148 milhões em vendas de livros. Mas o negócio ainda não era lucrativo – não seria até 2001. Para virar o jogo era preciso, além de desafiar o PDV, desafiar o conceito de varejo em si.

Amazon Go e a guerra para dentro do PDV

A Amazon Go é uma loja sem caixas ou filas de pagamento. Tudo está integrado na conta do usuário. Com um aplicativo e sensores nas prateleiras, todo o estoque é contabilizado. Basta entrar, escolher o que deseja e sair. O processo é automático.

A tecnologia, como conceito, não é uma novidade. Porém, é a primeira vez que uma megacorporação resolve direcionar seus esforços de tecnologia e inovação para o comércio físico. Mas por quê?

Por que a Amazon Go é uma loja física?

A pergunta pode parecer simples, mas tem lógica. Por que a Amazon Go é uma empresa física? Uma marca da segunda pessoa mais rica do mundo, que domina o mercado digital? Uma empresa que criou assistentes pessoais inteligentes, como a Alexa? Qual é o interesse de uma experiência que, em tese, é mais burocrática do que uma compra online?

A resposta está, justamente, na experiência. O comércio físico, da forma clássica, nem sempre é o que seus clientes desejam. Empresas e centros comerciais em NY foram fechados. Mas isso não significa que não haja interesse no comércio físico.

Experimentos como a Amazon Go aliam o melhor do varejo presencial com a praticidade digital. Visualizar, tocar e ter uma experiência de loja, apesar do aumento do comércio digital, ainda é valorizado. Alguns ramos do comércio contam com essa interação para venderem. Afinal, comprar um carro em um site sem vê-lo e fazer um test drive são experiências distintas.

O retorno ao comércio físico é uma realidade percebida pela Amazon. O que a Amazon Go faz é propor que repensemos como o PDV é gerenciado. De que forma o marketing de sua empresa está tratando esse momento?

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